MARANHÃO

Nova edição do Ocupação Barroca SLZ

Evento anual de ocupação artística e cultural valoriza as expressões urbanas no Centro da capital maranhense

A edição 2025 do “Ocupação Barroca SLZ – Festival Multilinguagens de Arte Urbana e Cultura de Rua”, evento anual de ocupação artística e cultural que valoriza as expressões urbanas no Centro da capital maranhense, desde 2020, transforma as ruas Isaac Martins de Barrocas e Graça Aranha e a Praça Manoel Beckman, no Centro Histórico de São Luís, em um território vivo de arte, reunindo artistas de todo o Maranhão, assim como nacionais e internacionais, por meio de intervenções como lambe-lambe, grafite, performances e manifestações culturais diversas, realiza neste ano a sua 6ª edição.

A edição 2025 da Ocupação será realizada entre os dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Centro Histórico de São Luís – reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO) –, com entrada gratuita e aberta a todos os públicos.

A iniciativa irá selecionar oito propostas artísticas do Maranhão. Cada artista ou coletivo selecionado receberá um aporte de R$ 1.000,00 (mil reais) para a produção da obra/ação.

Entre as linguagens propostas pelo evento, estão: intervenções urbanas; instalações; performances; danças e apresentações cênicas; e manifestações culturais de rua (batalhas, slam, hip-hop, poesia, circo, etc.).

Ocupação Barroca SLZ 2025
A proposta de ressignificar o patrimônio histórico como espaço de vivência e convivência artística surgiu há cinco anos, e foi criada pelo artista maranhense João Almeida, também conhecido como “Opedefeijão”, residente na região central da capital maranhense.

A Ocupação mobilizou artistas por meio de uma convocação on-line, incentivando-os a enviar suas obras em arquivos digitais ou físicos, que foram aplicadas nos muros da Rua Isaac Martins Barroca.

Ampliado para a edição 2025, a 6ª edição da Ocupação Barroca SLZ, enquanto festival multilinguagens, contempla de intervenções artísticas visuais (lambe-lambe, grafite, colagens) à apresentações musicais, discotecagens com DJs, grupos de dança urbana, performances, manifestações da cultura popular, ações formativas (oficinas, rodas de conversa, vivências) e uma feira de economia criativa.

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