Economia

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil atenção para divulgação do IBC-Br

Tivemos acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em alta e no Brasil atenção Banco Central que divulgará o IBC-Br de setembro, a proxy do PIB.

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Nos Estados nidos, os futuros operam em alta (S&P 500: 0,2%; Nasdaq 100: 0,1%), indicando que a semana deve fechar positiva após dado de atividade mostrarem desaceleração da economia americana, contribuindo para a tese de cortes de juros em 2024. O presidente dos EUA, Joe Biden, assinou lei que adia um shutdown, e discussões relativas ao orçamento de 2024 continuam.

Na Europa, os mercados operam em alta (Stoxx 600: 1,1%), com atenções voltadas para Itália, que pode receber um downgrade em sua nota de crédito. Na China, os índices fecharam em queda (CSI 300: -0,1%; HSI: -2,1%) após queda de 9% em Alibaba, após a empresa divulgar que não irá realizar spinoff de sua operação de cloud ante restrições americanas às exportações de chips.

IBOVESPA +1,20% | 124.639 Pontos. CÂMBIO +0,16% | 4,87/USD

Ibovespa

O Ibovespa fechou a quinta-feira em alta de 1,2%, aos 124.639 pontos, renovando, mais uma vez, o maior nível desde 2021. O principal destaque foram notícias de manutenção da meta de déficit zero para 2024 pelo governo. Além disso, os investidores continuaram repercutindo dados indicando desaceleração da inflação e mercado de trabalho americano, com a taxa de juros da Treasury de 10 anos caindo 18 p.p..

A diminuição das pressões fiscais e de juros ajudaram papéis sensíveis a juros, como Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3), que tiveram alta significativa de 24,4% e 11,5%, respectivamente, em meio a um movimento técnico. Por outro lado, as ações do setor de Petróleo & Gás tiveram queda após o forte recuo de 4,6% no preço do petróleo tipo Brent.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros tiveram mais um dia de alívio. Os novos dados divulgados dos Estados Unidos (seguro-desemprego e produção industrial) mostraram uma economia menos aquecida, reforçando as expectativas do fim do ciclo de aperto monetário por lá. No campo doméstico, a decisão do governo em não alterar a meta fiscal também foi bem recebida pelos agentes, que reduziram os prêmios de risco. DI jan/25 fechou em 10,5% (-4bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 10,195% (-8bps); DI jan/27 em 10,32% (-9bps); DI jan/29 em 10,73% (-8,5bps).

Economia

No Brasil, o Banco Central divulgará o IBC-Br de setembro, a proxy do PIB. Mudança de meta de resultado primário deve ficar para 2024, segundo jornais.

Na seara internacional, agenda com poucos indicadores. Ontem, os juros americanos cederam diante dos dados de seguro-desemprego acima das expectativas. As cotações do petróleo Brent cederam fortemente diante de dados de estoques.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)

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