Temer volta a hospital em SP para cateterismo

Um mês após a internação para tratar de obstrução urológica, Michel Temer terá de voltar ao hospital. Agora, para fazer um cateterismo, procedimento utilizado para diagnosticar ou tratar doenças cardíacas. Leia Mais»

Maioria do STF vota por limitar foro

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por limitar o alcance do foro privilegiado para deputados federais e senadores.Até agora, sete ministros já votaram para limitar o alcance do Leia Mais»

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), admitiu publicamente que seu projeto presidencial perdeu força e que uma candidatura ao governo de São Paulo é hoje mais provável. O tucano sublinhou, contudo, que precisará do apoio do governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), com quem por meses disputou tacitamente a candidatura do PSDB à Presidência. Indagado pelo apresentador José Luiz Datena, da “Bandeirantes”, nesta quinta-feira (23), se cogitava entrar na eleição estadual, Doria assentiu e declarou abertamente apoio aos planos nacionais de Alckmin, gesto pelo qual era cobrado no PSDB. “É uma opção, sim. Claro. Se isso fortalece uma candidatura do PSDB, se isso fortalece uma candidatura de Geraldo Alckmin, para que possa conduzir uma campanha vitoriosa à Presidência, eu tenho de estar ao lado do Brasil e das pessoas que podem ajudar o país”, afirmou. “Tenho que colocar a minha força, a minha capacidade, a minha voz e a minha experiência a favor do Brasil e, neste caso, esta pode ser uma alternativa, sim”, reforçou. Sua fala ocorre um dia depois de reportagem da Folha de S.Paulo informar que Doria recuara de suas intenções nacionais e mirava o governo de São Paulo. O senador José Serra (PSDB-SP) também é cotado para disputar o governo paulista, e o PSDB tem outros dois pré-candidatos, Luiz Felipe d”Avila e Floriano Pesaro. Doria sugeriu que o apoio de Alckmin será decisivo na escolha interna do nome a ser lançado. “Óbvio que depende do partido, depende do governador Alckmin, que é uma liderança expressiva nacionalmente e, obviamente, aqui em São Paulo, é a maior liderança, para que isso [sua candidatura ao governo] possa se configurar.” Datena disse que acredita em Doria, quando diz que não deixará o PSDB para disputar a Presidência, porque “quem não tem palavra…”. O prefeito emendou: “Não tem nada”. Interlocutores do tucano não deixam de cogitar que o seu recuo seja estratégico e que ele poderia se fortalecer angariando apoio do PMDB e DEM e isolando, assim, Alckmin. Doria tratou de demonstrar o contrário. Disse que pretendia “somar forças com vistas a um projeto de 2018 e, desculpe até a colocação, para salvar o Brasil, para termos candidatura única, consolidada e, se for a do governador Alckmin, para que não paire duvida, será, terá o meu apoio”. Para o prefeito paulistano, a pulverização de candidaturas de centro fortalecerá o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “na extrema esquerda” e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) “na extrema direita”. “Seria um desastre completo”, opinou. “Precisamos ter uma candidatura fortalecida, de centro, liberal, confiável e que possa unir os partidos.”

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), admitiu publicamente que seu projeto presidencial perdeu força e que uma candidatura ao governo de São Paulo é hoje mais provável. Leia Mais»

O passo a passo para fazer a Carteira de Trabalho Digital

Desde o dia 21 de novembro, o trabalhador brasileiro pode ter as informações de Qualificação Civil e de Contratos de Trabalho – que hoje constam na Carteira de Trabalho – em um Leia Mais»

Lava-Jato prende ex-secretário de Sérgio Cabral e mira em Alexandre Accioly

Agentes da Polícia Federal (PF) estão nas ruas para cumprir na manhã desta quinta-feira quatro mandados de prisão contra o ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner, o empresário Georges Sadala Rihan e Leia Mais»

Rodada desta quinta tem Fla na semi da Sul-Americana e Liga Europa

A rodada desta quinta-feira (22) promete fortes emoções aos fãs de futebol, a começar pelo duelo entre Flamengo e Junior Barranquilla, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana. O duelo, marcado para começar Leia Mais»

 

Temer volta a hospital em SP para cateterismo

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Um mês após a internação para tratar de obstrução urológica, Michel Temer terá de voltar ao hospital. Agora, para fazer um cateterismo, procedimento utilizado para diagnosticar ou tratar doenças cardíacas.

Maioria do STF vota por limitar foro

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A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por limitar o alcance do foro privilegiado para deputados federais e senadores.Até agora, sete ministros já votaram para limitar o alcance do foro.

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), admitiu publicamente que seu projeto presidencial perdeu força e que uma candidatura ao governo de São Paulo é hoje mais provável. O tucano sublinhou, contudo, que precisará do apoio do governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), com quem por meses disputou tacitamente a candidatura do PSDB à Presidência. Indagado pelo apresentador José Luiz Datena, da “Bandeirantes”, nesta quinta-feira (23), se cogitava entrar na eleição estadual, Doria assentiu e declarou abertamente apoio aos planos nacionais de Alckmin, gesto pelo qual era cobrado no PSDB. “É uma opção, sim. Claro. Se isso fortalece uma candidatura do PSDB, se isso fortalece uma candidatura de Geraldo Alckmin, para que possa conduzir uma campanha vitoriosa à Presidência, eu tenho de estar ao lado do Brasil e das pessoas que podem ajudar o país”, afirmou. “Tenho que colocar a minha força, a minha capacidade, a minha voz e a minha experiência a favor do Brasil e, neste caso, esta pode ser uma alternativa, sim”, reforçou. Sua fala ocorre um dia depois de reportagem da Folha de S.Paulo informar que Doria recuara de suas intenções nacionais e mirava o governo de São Paulo. O senador José Serra (PSDB-SP) também é cotado para disputar o governo paulista, e o PSDB tem outros dois pré-candidatos, Luiz Felipe d”Avila e Floriano Pesaro. Doria sugeriu que o apoio de Alckmin será decisivo na escolha interna do nome a ser lançado. “Óbvio que depende do partido, depende do governador Alckmin, que é uma liderança expressiva nacionalmente e, obviamente, aqui em São Paulo, é a maior liderança, para que isso [sua candidatura ao governo] possa se configurar.” Datena disse que acredita em Doria, quando diz que não deixará o PSDB para disputar a Presidência, porque “quem não tem palavra…”. O prefeito emendou: “Não tem nada”. Interlocutores do tucano não deixam de cogitar que o seu recuo seja estratégico e que ele poderia se fortalecer angariando apoio do PMDB e DEM e isolando, assim, Alckmin. Doria tratou de demonstrar o contrário. Disse que pretendia “somar forças com vistas a um projeto de 2018 e, desculpe até a colocação, para salvar o Brasil, para termos candidatura única, consolidada e, se for a do governador Alckmin, para que não paire duvida, será, terá o meu apoio”. Para o prefeito paulistano, a pulverização de candidaturas de centro fortalecerá o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “na extrema esquerda” e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) “na extrema direita”. “Seria um desastre completo”, opinou. “Precisamos ter uma candidatura fortalecida, de centro, liberal, confiável e que possa unir os partidos.”

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O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), admitiu publicamente que seu projeto presidencial perdeu força e que uma candidatura ao governo de São Paulo é hoje mais provável.

O passo a passo para fazer a Carteira de Trabalho Digital

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Desde o dia 21 de novembro, o trabalhador brasileiro pode ter as informações de Qualificação Civil e de Contratos de Trabalho – que hoje constam na Carteira de Trabalho – em um aplicativo móbile, desenvolvido a partir de uma parceria entre o Ministério do Trabalho e a Dataprev.

Lava-Jato prende ex-secretário de Sérgio Cabral e mira em Alexandre Accioly

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Agentes da Polícia Federal (PF) estão nas ruas para cumprir na manhã desta quinta-feira quatro mandados de prisão contra o ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner, o empresário Georges Sadala Rihan e os engenheiros Maciste Granha de Mello Filho e Henrique Alberto Santos Ribeiro, acusados de favorecimento no esquema de distribuição de propinas do ex-governador Sérgio Cabral, de acordo com a contabilidade paralela de Luiz Carlos Bezerra, réu confesso.

Rodada desta quinta tem Fla na semi da Sul-Americana e Liga Europa

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A rodada desta quinta-feira (22) promete fortes emoções aos fãs de futebol, a começar pelo duelo entre Flamengo e Junior Barranquilla, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana. O duelo, marcado para começar às 21h45 (de Brasília), será disputado no Maracanã. Após esse confronto, as equipes voltam a se enfrentar, pelo jogo de volta, na Colômbia, no dia 30 de novembro.